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Fusão a Frio: Como acontece?

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O maior feito científico do século acabou se transformando em um verdadeiro ponto de dúvidas, além de decepcionante: a fusão a frio. Dois químicos da Universidade Inglesa de Southampton e um ex-aluno da universidade anunciaram ter conquistado uma fusão nuclear em um tipo de ensaio.

A perplexidade e a descrença só não foram maiores porque dentro da ciência, a esperança é a última que morre. A experiência divulgada pelos dois químicos transformou-se em uma verdadeira quebra de protocolo científico, e foi reproduzida por pesquisadores americanos e de diversos outros países, incluindo o Brasil, mas as poucas tentativas deram certo e pelo menos um caso onde os pesquisadores precisaram se retratar depois de divulgar uma vitória.

A fusão a frio: como acontece?

Se a fusão a frio realmente existe, ela é responsável por produzir quantidades praticamente íntimas de calor o que é difícil de se imaginar, e então se dão as consequências práticas. Ou seja, a menos que a dupla de químicos tenha alguma carta na manga, não se pode materializar o sonho de anos acalentado pelo homem de conquistar energia de forma limpa, barata e ilimitada a partir de um átomo.

Após quase 40 anos de pesquisas, a fusão nuclear, a mesma responsável por proporcionar a energia das estrelas e fazer explodir diversas bombas de hidrogênio, ela só foi conquistada de forma controlada em frações mínimas de tempo.

Ela costuma acontecer quando os núcleos de duas variedades de hidrogênio, deutério e trítio, se combinam e acabam formando um núcleo atômico mais pesado de hélio, liberando no processo grandes quantidade de energia.

Nas estrelas, onde núcleo de hidrogênio costumam colidir sem parar, a temperatura de fusão é da ordem de centenas de milhões de graus centígrados.

Fusão a frio na terra

Cientistas tentam a todo momento obrigar que os átomos se fundam à aparelhos caros e enorme, que costumam se assemelhar às condições de temperatura e densidade do Sol. Diversos experimentos da dupla de químicos acabou demonstrando que os mesmos resultados podem ser possíveis sem todos esses equipamentos.

A fusão criada pela dupla teria sido resultante de um procedimento comum da química a eletrólise, que nada mais é do que a separação utilizando a eletricidade com os componentes básicos de uma substância.

Para explicar a experiência, eles afirmaram ter conseguido separar o deutério da água pesada. Uma corrente elétrica ente dois elétrodos, sendo um de platina, outro de paládio que foi o responsável por atrair o deutério ao paládio, onde a estrutura se aninhou.

Com a grande pressão que ambos ficaram submetidos dentro dessa estrutura, os núcleos de deutério se fundiram então. Dentro desse processo, os pesquisadores afirmaram ainda ter registrado uma emissão bastante discreta de nêutrons e uma quantidade indeterminada de raios gama, o que indica a produção de energia.

Em nenhum momento os químicos explicaram a experiência por completo. Diante dessas dúvidas, físicos de diversos países começaram a imaginar o que realmente aconteceu nesse experimento. Sem qualquer chance de fralde, ou tudo aconteceu através de um simples erro de mediação ou por uma interferência do ambiente.


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