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Mapa das Américas e suas características

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Falar sobre o mapa das Américas exige uma certa compreensão da subjetividade geográfica. Considerando-se apenas as características físicas das três Américas, é possível identificar formas, áreas e representações. Isso, no entanto, peca em uma série de aspectos geopolíticos essenciais.

O simples fato de se considerar “três Américas” demonstra a complexidade de se tratar do mapa das Américas. Por isso o assunto é tão interessante e, não raras vezes, cobrado em provas e concursos. Entenda um pouco mais sobre os diferentes mapas das diferentes Américas:

As diferentes Américas

Falar sobre as diferentes Américas pode parecer, à primeira vista, com a tarefa de dividir-se entre os três subcontinentes. Na prática, não é bem assim. Boa parte das Américas atuais são majoritariamente formadas pelo resultado de alguns poucos séculos de exploração absolutamente intensa dos países europeus em suas colônias, e isso exige alguns cuidados.

Ao falar em Américas, é sempre importante considerar que os países que a habitam provavelmente estão entre os mais artificialmente constituídos. Isso, por si só, deve ser um fator levado em consideração em qualquer prova ou avaliação.

América do Sul

Tratando do mapa das Américas em um sentido mais cartográfico, pode-se iniciar pela América do Sul. Por óbvio, representa a porção mais ao sul do continente, e caracteriza-se por grande extensão territorial e um território mais coeso em um sentido estrutural geral (diferentemente da América Central, marcada por diversas ilhas e espaços segmentados).

A América do Sul divide-se em diversas sub-regiões. Pode-se considerar, por exemplo, a região andina, formada por países que compartilham cadeias montanhosas, como Chile, Peru, Equador, Bolívia, Colômbia e Venezuela, que marcam a saída oceânica oeste do continente.

Há, ainda, o Cone Sul, que é a reunião de países de maior relevância política e econômica na parte inferior do continente, incluindo Brasil e Argentina, por exemplo. Outra determinação puramente política de regionalidade, por exemplo, é o próprio Mercosul, que reúne arbitrariamente países da América do Sul para o fortalecimento regional.

Deve-se considerar, ainda, que a América do Sul reúne diversas segmentações de outros tempos ou correntes diferenciadas. É o caso, por exemplo, dos países considerados caribenhos, que reúnem nações sul-americanas e da América Central. Há, ainda, a macro-identificação de matriz colonial que considera a América Latina, por exemplo.

América Central

A América Central é, territorialmente, o menor subcontinente no mapa das Américas. Embora conte com mais países que seu vizinho ao norte, há uma característica composição por ilhas e áreas segregadas, fruto de acidentes geológicos diversos.

O maior país da América Central é o México, e também há uma enorme quantidade de sub-regiões definidas de maneira territorial ou política.

América do Norte

A América do Norte divide um enorme território do mapa das Américas em apenas duas nações, os EUA e o Canadá. Junto ao México, os dois países formam um pacto comercial altamente relevante.

O subcontinente é o único que possui influência que não é primordialmente latina. Partes do processo de colonização no local sofreu influência francesa – na Canadá, por exemplo, algumas regiões utilizam o francês como língua franca.


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