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Microscópio simples e composto: características e diferenças

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Entender as características do microscópio simples e composto pode ser importante para compreender melhor os instrumentos utilizados na ciência. O nome “microscópio” é atribuído à Jean Faber, um dos principais membros da antiga Academia dos Lincei.

Logo de início quando o termo, quando foi criado, servia somente para designar o microscópio de finalidade composto, já que o microscópio simples era conhecido de forma única como lupa. E é sobre isso que o texto vai tratar, as principais diferenças existentes entre ambos e suas funcionalidade, confira a seguir:

Conceito de microscópio

De forma resumida pode-se dizer que um microscópio consiste em um instrumento com alta capacidade de permitir a observação de itens e de demais objetos que não são perceptíveis a olho nu.

Mas tudo Isso foi possibilitado graças ao desenvolvimento de um sistema óptico com lentes de cristal que, quando atravessadas com a própria imagem do objeto, acabam ampliando o mesmo para a nossa percepção.

Qual a diferença entre microscópio simples e composto?

No que diz respeito às diferenças entre um microscópio simples e composto, o principal fator a ser considerado é a quantidade e a posição das lentes utilizadas no instrumento. Pode parecer uma análise bastante fácil, mas a verdade é que o assunto merece um pouco de atenção.

Microscópio Simples

O microscópio simples é formado apenas por uma lente convergente que fornece, de um objeto real, uma imagem virtual, direita e maior que o objeto. Para que seja possível essa formação de imagem, é necessário que o objeto esteja situado entre o foco e o centro óptico da lente. A ampliação é limitada, vai até 50x.

Esse instrumento óptico é constituído por um componente mecânico que suporta e permite controlar um componente óptico, o mesmo é responsável pela ampliação das imagens.

Microscópio Composto

Este é conhecido como um instrumento para a ampliação pequenos objetos, que consiste de uma lente de comprimento focal curto para a formação de uma imagem que é ainda mais ampliado por uma segunda lente de distância focal mais longa.

Se utiliza de duas lentes ou dois sistemas de lentes, de modo que o segundo sistema modifica e amplia a imagem real formada pelo primeiro sistema. As lentes podem situar-se nas partes extremas de um tubo que por via de controle mecânico pode mover-se em direção ao objeto que se pretende estudar. Um condensador de luz e um espelho, que reflete uma fonte luminosa, proporcionam a iluminação adequada do objeto.
Vale ressaltar que o microscópio composto é formado por uma combinação de dois sistemas de lentes, sendo elas:

Lentes convergentes: uma luz que incide paralelamente entre si é refratada, tomando direções que convergem a um único ponto.

As espessuras fina e não fina das bordas podem ser igualmente utilizadas em lentes convergentes, desde que o índice de refração apresentado sobre o meio externo seja adequado para essa finalidade. Lentes Oculares: essa é, na prática, uma lupa. As mais simples possuem no seu interior duas lentes e um diafragma. No interior da lente ocular temos então: lente de campo, diafragma e a ocular propriamente dita.

Lentes Objetivas: as lentes objetivas são formadas internamente por várias lentes. As resoluções alcançadas e a maior parte da qualidade da imagem final dependem das lentes objetivas.

Vale salientar que os conhecimentos sobre as células progridem à medida que as técnicas de investigação se aperfeiçoam. O aparecimento de um novo instrumento de trabalho, ou a aplicação mais engenhoso de um aparelho já existente, leva sempre a novas descobertas e à elucidação de algumas funções celulares.

Sabemos que Muitas técnicas de microscopia óptica estão disponíveis para a observação de células. Células que foram fixadas e coradas podem ser estudadas em um microscópio óptico convencional, enquanto anticorpos acoplados a corantes fluorescentes podem ser usados para localizar moléculas específicas nas células em um microscópio de fluorescência por exemplo.


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