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Um pouco da história da física: entenda o assunto

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A história da física é tão interessante quanto seus próprios conceitos. A física é uma ciência que tem grande importância no cotidiano, pois é conhecida pelo estudo das propriedades das matérias e também das forças naturais. Sua formulação teve grande ajuda da expressão da linguagem matemática concomitante.

A introdução começou quando as investigações experimentais e matemáticas tinham como objetivo compreender algo que a filosofia e a religião não explicavam, empiricamente, a constituição do Universo.

A física estuda desde a matéria em níveis moleculares, passando pelo atômico, até o nuclear, estudando os níveis de organização de sólidos, líquidos, gasosos e até mesmo plasmáticos da matéria. As forças mais importantes estudadas são a da gravidade, força de atração exercida por todas as partículas do Universo; eletromagnética, que liga os elétrons aos núcleos; e a interação dita forte, a que mantêm a coesão do núcleo; e a chamada de interação fraca, que é responsável pela desintegração de partículas.

A física teórica e experimental são áreas que andam juntas, no entanto, a teórica sistematiza os experimentos, prevendo a partir de cálculos matemáticos, enquanto a experimental investiga as propriedades da matéria e suas transformações, geralmente feita em condições laboratoriais. Por isso, entender a história da física é muito proveitoso para a própria concepção da matéria.

Fatos Históricos

A história da física desenvolve-se pelo motivo de que o homem necessita de explicações para conhecer o mundo natural e controlar as forças da natureza para seu próprio beneficio.

Física na Antiga Grécia

É na antiguidade da Grécia que esta ciência inicia seu desenvolvimento e são acerca de fenômenos naturais, os quais tentam explicar de modo racional estes fenômenos são chamados de filósofos naturais, tendo assim uma explicação mais plausível do que a divina.

A primeira teoria anatômica se inicia com Leucipo de Mileto e seu aluno Demócrito de Abdera que formulam hipóteses sobre os componentes essenciais da matéria, postulando que átomos e o vácuo fazem parte do Universo, dizendo que o próprio átomo é indivisível, uma hipótese que após estudos foi quebrada, pois o átomo sim é divisível. Quando Aristóteles chega inúmeras áreas do conhecimento ganham um grande impulso, sendo as principais ideias sobre movimento e o geocentrismo.

Os primórdios da hidrostática também nascem na antiguidade com Arquimedes, pois era necessário se ter certeza se a coroa era maciça ou não de ouro, assim concluindo sua hipótese em sua banheira e logo após saindo pelas ruas gritando: Eureka! Eureka! Criou-se então, o principio de Arquimedes, que a partir das experiências descobertas na banheira criou um conceito para o empuxo, todo corpo mergulhado em um fluído recebe um impulso de baixo para cima igual ao peso do volume do fluído deslocado.

Yin e Yang

Os chineses também iniciaram seus estudos, procurando explorarem o Universo com o objetivo de explicar o resultado do equilíbrio de forças opostas, sendo denominadas como Yin e Yang, as quais tem proporção inversa, enquanto uma diminui, a outra aumenta na mesma proporção.

Nicolau Copérnico

Copérnico rompeu com mais de dez séculos de geocentrismo, postulando em seu livro que o centro do Universo não é a Terra e sim o Sol, enfrentando a oposição da igreja que negava o heliocentrismo. No século XVII a física já faz parte da era industrial, a qual desenvolve a hidrostática com maior precisão feita por Simon Stevin, ciência fundamental para seu país, a Holanda, protegida do mar por comportas e diques.

A física moderna

Na área da óptica, Christiaan Huygens, constrói lunetas e desenvolve teorias sobre a propagação da luz, sendo o primeiro a descrever a luz como uma onda, contudo quem mais se destacou nesta época foi Isaac Newton, o qual formulou a teoria geral da mecânica, da gravitação universal e o cálculo infinitesimal.

A partir deste momento a termodinâmica ganhou maior destaque no século XVIII, estudando assim a relação de calor e trabalho, logo após vindo o eletromagnetismo com Hans Oersted relacionando os fenômenos elétricos aos magnéticos e a evolução dos raios catódicos feita por Michael Faraday, extremamente relevante para a história da física.


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