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Organização estrutural dos seres vivos

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Embora os seres classificados como vivos no plante Terra sejam, entre si, indivíduos muitos distintos, há algo na organização estrutural dos seres vivos, sem exceção, que os define como tal. Trata-se da formação estrutural do que a biologia chama de células.

Todo ser vivo no planeta é formado por uma ou mais células, que podem ter diversas divisões em suas classificações. A célula é, portanto, a menor unidade possível em um ser vivo, considerando que todas suas organelas internas são acessórias em suas funcionalidades, não classificando-se como unidades propriamente ditas.

Em outras palavras, na organização estrutural dos seres vivos célula é o “mínimo denominador comum” entre tudo o que é vivo no planeta. É a partir delas que ocorre o crescimento, a síntese de nutrientes e a reprodução dos seres vivos.

A partir de sua identificação, diversas outras características na organização estrutural dos seres vivos podem ser notadas – e sua presença ou não em uma certa espécie ou grupo é o que se utiliza para a classificação de cada um destes seres.

Organização estrutural dos seres vivos quando à quantidade de células

No que diz respeito às classificações em relação à complexidade quantificada de células, define-se os seres vivos em dois tipos, os unicelulares e os pluricelulares.

Os organismos unicelulares são aqueles em que todo o indivíduo resume-se a uma única células. É o caso de bactérias, por exemplo.

Já os organismos pluricelulares são aqueles em que um único indivíduo é composto por um grupo mais complexo de células – idênticas ou especializadas. É o caso dos humanos, por exemplo, que são compostos por bilhões de células de vários tipos e funcionalidades.

Organização estrutural dos seres vivos quanto ao núcleo celular

Existem, também, dois tipos de classificação dos seres vivos quanto ao seu núcleo: os procariontes e os eucariontes.

Procariontes, em geral, são considerados seres menos complexos, em que seu núcleo celular não é definido especificamente em um organela distinta.

Já os seres eucariontes são aqueles em que o núcleo celular é definido de forma separada, o que indica uma maior complexidade em relação ao exemplo anterior. Todas os protozoários, fungos, plantas e animais são seres eucarióticos.

Classificação celular dos animais quanto aos tipos de tecidos

Falando-se especificamente de animais – conteúdo geralmente mais cobrado em provas sobre o assunto – um agrupamento de células tende a formar o que se chama de tecido. Há quatro tipos de tecidos animais, cada um deles com um conjunto específico de finalidades.

Os quatro tipos são:

Tecido epitelial, que consiste em um conjunto de células que formam a parte externa do corpo (chamada de pele ou couro), bem como alguns dos órgãos e cavidades internas de organismos complexos.

O tecido conjuntivo é aquele geralmente associado a funções de sustentação – como os ossos – ou de transporte de nutrientes através do corpo, como o caso do sangue.

O tecido muscular é aquele formado por células que caracterizam-se pela capacidade de contração e relaxamento, permitindo movimentos intencionais ou não intencionais.

O tecido nervoso, por sua vez, permite a transmissão de impulsos elétricos, que consistem em ordens orgânicas sobre o funcionamento de estruturas um pouco mais complexas entre os animais.

Estes quatro tipos distintos de tecidos são necessários para a formação de seres vivos complexos, com diferentes órgãos e especialidades. No caso de um corpo humano, todas essas especialidades são somadas para que o corpo seja capaz de funcionar adequadamente.


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